16 de jul de 2015

Concurso dos Correios

Prezados amigos e colegas que desde o começo do blog estão me acompanhando e participando ativamente do blog, obrigado. 

Desde já agradeço a colaboração, o acompanhamento, a participação e os mais de 80.000 acessos a este humilde blog, tenho certeza de que contribuí e ainda irei tentar ajudar muito para a aprovação de alguns colegas no concurso.

        Para aqueles concurseiros que não desistem de buscar algo melhor em suas vidas, digo que continuem seguindo o blog, e continuem a luta guerreiros.

Clicando aqui, você pode baixar grátis uma apostila para estudar para o concurso. 

(Ajude a manter o blog no ar, doe 1,00 ou mais na Caixa Federal Agência 0436 op 013 C/C 83861-9)
Se algum anúncio te chamar a atenção e você clicar, também estará colaborando com o blog, obrigado.



E eu sei o que eu tenho que fazer agora. Eu tenho que continuar respirando, porque quem sabe o que a maré me trará amanhã?
                                                                                                                                  Náufrago

6 de fev de 2015

Correios por dentro - Como é um CTCE

Caros amigos hoje disponibilizo estes vídeos feitos em 2007 (se não me falha a memória) para aqueles que pretendem concorrer ao cargo de OTT (Operador de Triagem e Transbordo) terem uma pequena visão de como é este setor. São vídeos de pouca qualidade, mas a intenção é das melhores.

Nesta noite fui convidado por um supervisor do CDD para fazer um extra na Central, porém, algo falhou em nossa comunicação, pois ao chegar no local percebi que naquela noite não havia plantão, por outro lado foi até bom pois gravei estes vídeos e posso disponibilizá-los aos leitores deste blog.






Obrigado pela visita, deixe seu comentário abaixo.


21 de jan de 2015

O que é GIP Correios - Gratificação de Incentivo à Produtividade

GRATIFICAÇÃO DE INCENTIVO À PRODUTIVIDADE-GIP

   Fui questionado por um leitor do Blog sobre a GIP, como já saí do correios e estou em outro órgão, estava desinformado mas localizei as informações e aqui está a forma de incorporação ao salário, principalmente para conhecimento dos futuros colegas que pretendem fazer o concurso quando sair um novo edital: 

A ECT concede aos empregados a partir 1°/8/2014, reajuste salarial no valor fixo correspondente a 6,5% (seis vírgula cinco por cento) da referência salarial ocupada pelo empregado em agosto de 2014, pago na forma de gratificação, denominada Gratificação de Incentivo à Produtividade – GIP.

Nos casos em que o valor apurado com a aplicação do percentual for menor que R$ 200,00 (duzentos reais), aplicar-se-á o valor fixo de R$ 200,00 (duzentos reais). Caso contrário, havendo um resultado maior de R$ 200,00 (duzentos reais), considerar-se-á, para efeitos da GIP, o valor mais vantajoso para o empregado.

A GIP não é abono

Como o próprio nome diz, é uma gratificação a produtividade da empresa. 

Diferente do abono, a GIP será incorporada ao salário de acordo com a lucratividade da empresa.


Como será a incorporação:

50% da GIP será incorporada à referência salarial, de acordo com o lucro líquido;

25% da GIP será incorporada à referência salarial em maio de 2015;

25% da GIP será incorporada à referência salarial em maio de 2016;

A GIP tem um valor correspondente a 6,5% da referência salarial (salário base), sendo que o valor não poderá ser inferior a R$ 200.


Ao passo que a empresa obtenha lucro, parte desse valor será incorporado ao salário base. 

Além disso, haverá duas parcelas de 25% a ser incorporada, independente do lucro.


Para entender melhor, vamos visualizar alguns exemplos:

Exemplo:

Até Maio/2015

NM-01 R$ 1.084,35 + GIP R$ 200,00 = R$ 1.284,35


Após Maio/2015

Lucro de R$ 300 milhões (ILUSTRATIVO)

NM-01 = R$ 1.164,35 (R$ 30 baseado no lucro líquido + R$ 50 da parcela de 25%) +GIP R$ 120,00

= R$ 1.284,35

O valor de R$ 30,00 é baseado no cálculo de 10% da GIP (parcela referente ao lucro) para cada R$ 100 milhões de lucro líquido.

14 de jan de 2015

Bolsa de Estudos UNIPOA 2015-1

Inscrições UniPoa 2015.1


Postado em 14/01/2015 às 10:03
A UniRitter informa a abertura de inscrições para novas bolsas de estudos integrais (100%), no período de 19 a 23/01/2015, para diversas áreas. Confira AQUI a relação de cursos contemplados para os campi Zona Sul e FAPA.
 
Pode concorrer à bolsa o candidato que atenda aos seguintes requisitos:
1. Ser brasileiro
2. Ter residência e domicílio em Porto Alegre
3. Ter renda familiar mensal “per capita” não superior a 1,5 salários- mínimos nacionais
4. Ter concluído o ensino médio
5. Não ser diplomado em outro curso de nível superior
6. Ter realizado o ENEM a partir de 2012.
A seleção dos candidatos ocorre por meio da nota obtida no ENEM, sendo INDISPENSÁVEL anexar o boletim de desempenho à ficha de inscrição, além de digitar as notas conforme o cronograma abaixo:
 
19 a 23/01/2015 - inscrição exclusivamente via web, anexando o boletim de desempenho do ENEM à ficha de inscrição.
27/01/2015 - divulgação e convocação dos candidatos pré-selecionados, por ordem de classificação, no site da UniRitter.
28 a 30/01/2015 - comprovação das informações declaradas no ato da inscrição, por meio de entrega de documentação.
- Matrícula e assinatura do Termo de Concessão de Bolsa: a partir de 09, 10 e 11/02/2015
 
NÃO SERÃO CONSIDERADAS INSCRIÇÕES CUJO BOLETIM DO ENEM NÃO TIVER SIDO ANEXADO, VIA WEB, E AS NOTAS INSERIDAS.
 
A entrega de documentação ocorre exclusivamente das segunda a sexta, das 9h às 12h e das 13h às 19h no campus para o qual o candidato fez sua inscrição.
 
Confira AQUI a relação de documentos necessários.

1 de jan de 2015

Posse de Dilma Roussef em 2015, até 2018

No Congresso Nacional, Dilma Rousseff anuncia prioridade à educação

Presidente propôs pacto nacional contra a corrupção e prometeu nova edição do PAC

Atualizada em 01/01/2015 | 18h3701/01/2015 | 16h38
No Congresso Nacional, Dilma Rousseff anuncia prioridade à educação Roberto Stuckert Filho/PRESIDENCIA BRASIL / AFP PHOTO
Foto: Roberto Stuckert Filho / PRESIDENCIA BRASIL / AFP PHOTO
Empossada para mais quatro anos como Presidente da RepúblicaDilma Rousseff apontou a educação como ‘”a prioridade das prioridades” de seu segundo mandato, carregado pelo compromisso de respeitar a política fiscal e a contenção da inflação sem ameaçar as conquistas sociais.
— Novo lema de governo sinaliza a prioridade: Brasil, pátria educadora. Vamos universalizar o acesso a ensino de qualidade em todos os níveis, levar a todos os segmentos da população a educação de qualidade — afirmou a presidente.
Reforma políticauma terceira edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o combate à corrupção também apareceram entre os compromissos do novo governo.
Aos 67 anos, primeira mulher a governar o Brasil foi empossada no Congresso Nacional para o segundo mandato, o quarto consecutivo do PT à frente do país, na tarde desta quinta-feira. O quadriênio se inicia com um cenário distinto do verificado em janeiro de 2011. Ao receber a faixa presidencial de Lula, Dilma assumiu um país que cresceu 7,5%. Quatro anos depois, o crescimento é quase nulo e há dificuldade para segurar a inflação. Do Congresso, a presidente seguiu para o Palácio do Planalto, onde colocou a faixa presidencial pela segunda vez.
Promessa de investimentos em infraestrutura
O cenário fez a petista, reeleita em outubro passado após a eleição mais disputada desde a redemocratização, defender em seu discurso as medidas impopulares adotadas para colocar em ordem as contas do governo, que registrou déficit de quase R$ 20 bilhões em 2014.
— No novo mandato vamos criar, por meio de uma ação firme e sóbria na economia, um ambiente ainda mais favorável aos negócios e ao crescimento sustentável. Combateremos sem trégua a burocracia — afirmou.
Dilma acenou para o mercado com a realização do PAC 3, uma nova versão do plano de infraestrutura e logística e de ampliação do Minha Casa, Minha Vida. Ao longo do discurso, recordou avanços sociais, como ascensão de classes e o acesso à universidade, além do combate à fome.
Defesa da Petrobras e "pacto contra a corrupção"
A presidente refez o pedido de uma reforma política e repetiu a defesa do pacto contra corrupção, já apresentado na campanha. Sobre a Petrobras, defendeu a investigação na Operação Lava Jato e a punição dos envolvidos nos desvios da estatal, mas fez uma defesa da imagem da petroleira.
— Temos que saber apurar e saber punir, sem enfraquecer a Petrobras, nem diminuir a sua importância — disse Dilma.
Muito emocionada, a petista ainda relembrou de sua militância contra o regime militar, que lhe levou a ser presa política, e a vitória sobre um câncer quando ainda era ministra do governo Lula. Prometeu não fugir à luta para melhorar os serviços públicos, como saúde e educação, e iniciar um novo ciclo de desenvolvimento no país.
— Deus colocou em meu peito um coração cheio de amor pelas pessoas e por minha pátria, mas antes de tudo um coração valente que não tem medo da luta.
 
Foto: Cadu Gomes/Fotos Públicas
À população, Dilma diz que não permitirá perda de direitos
Do parlatório do Palácio do Planalto, com a faixa presidencial outra vez no peito, Dilma Rousseff assumiu diante de milhares de pessoas presentes na Praça dos Três Poderes dizendo que não permitirá a perda de direitos e o retrocesso de avanços sociais. Em seu pronunciamento à nação, a petista reforçou a necessidade de promover ajustes na economia, porém, sem prejudicar os mais necessitados.
— Nenhum direito a menos, nenhum passo atrás. Só mais direitos, mais um passo à frente. Esse é o juramento que faço nessa praça. Viva o Brasil. Viva o povo brasileiro! — disse Dilma.
A primeira mulher a governar o país repetiu o rito de quatro anos atrás. Após refazer o compromisso constitucional e ser empossada no Congresso, Dilma seguiu com a filha Paula em desfile no reluzente Rolls-Royce conversível da presidência, uma relíquia fabricada em 1953 na Inglaterra, até o Planalto, onde desceu outra vez ao pé da rampa do palácio.
Responsável por conduzir ao poder a ex-presa política que se converteu em ministra de perfil técnico e com fama de gerentona, o ex-presidente Lula acompanhou a solenidade entre os convidados, na primeira fila do salão nobre. Festejado por petistas, foi a primeira pessoa a ser cumprimentada por Dilma, de quem recebeu um abraço emocionado.
Logo após saudar Lula, a presidente reeleita seguiu até o parlatório, voltado para Praça dos Três Poderes. Em 10 minutos de fala, repetiu parte do discurso proferido no Congresso.
Dilma não citou o lema "Brasil, pátria educadora", mas prometeu novamente esforço para garantir educação de qualidade da "creche à pós-graduação". Também acenou com melhores serviços públicos, combate à corrupção, maior participação federal na segurança pública e pediu apoio popular para que a reforma política seja realizada. Ainda recordou feitos dos últimos 12 anos de governos petistas.
— Nunca tantos brasileiros ascenderam às classes médias, nunca tantos brasileiros conquistaram empregos — disse. — Nunca as instituições foram tão fortalecidas e respeitadas e nunca se apurou e puniu com tanta transparência a corrupção — completou.
Preocupada com a reação às medidas de cortes de gastos, Dilma defendeu o controle sólido das contas públicas, a fim de conter a inflação e proporcionar aumento do crescimento econômico. Na mesma fala, assegurou que a austeridade não ameaçará direitos trabalhistas e previdenciários. Destacou que "é para este povo, e com este povo que nós vamos governar".
Emocionada, a presidente reeleita teve de conter as lágrimas durante o pronunciamento e assegurou sua "fé" no início de um novo ciclo de avanços sociais e econômicos no Brasil.
— Assumo o segundo mandato com mais esperança do que assumi o primeiro.
Presidente participará de coquetel com delegações estrangeiras
A cerimônia de posse começou às 15h. A petista chegou à frente da Catedral de Brasília e, no Rolls-Royce conversível da presidência, percorreu junto com a filha Paula Rousseff o roteiro da Esplanada dos Ministérios até o Congresso Nacional. Se quatro anos atrás a chuva obrigou a presidente a cumprir o trajeto com o carro fechado, desta vez o tempo colaborou. Vestindo um conjunto de renda nude, Dilma acenou, fez corações e mandou beijos para os espectadores.
Escoltada por batedores e pela cavalaria do Batalhão da Guarda Presidencial, Dilma e o vice Michel Temer subiram a rampa do Congresso, recepcionados pelos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Em caminhada, a petista e o vice cruzaram os salões do palácio, encontraram o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, e entraram no plenário da Câmara.
Após a execução do Hino Nacional, às 15h30min, Dilma repetiu o compromisso de “manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”. Temer leu o mesmo compromisso.
Fonte:Zero Hora
O que fica do discurso de posse da presidente Dilma Rousseff ao assumir o segundo mandato? De bom, o compromisso com a educação, sintetizado no novo slogan do governo, “Brasil, Pátria Educadora”, em substituição a “País rico é país sem pobreza”. De ruim, a forma tortuosa como abordou a crise da Petrobras, como se a corrupção fosse responsabilidade exclusiva dos funcionários e não tivesse havido conluio entre políticos e empreiteiros.
O novo slogan está longe das criações mais inspiradas do marqueteiro João Santana, mas coloca a educação, no lugar do combate à pobreza, no topo das prioridades da presidente. A ideia é dizer que a meta de redução da miséria foi cumprida e que é hora de ajustar o foco, mirando o futuro. Dilma já disse incontáveis vezes que nenhum país tem futuro se não der prioridade à educação, o que significa valorizar os professores, tornar a carreira atraente e garantir que as crianças aprendam. O que não está claro é como essa intenção vai se transformar em ação. O novo ministro, Cid Gomes, conseguiu melhorar os indicadores do Ceará, mas o problema do Brasil é mais amplo. Como qualificar a educação num país em que prefeitos e governadores não conseguem nem sequer pagar o piso nacional?
A menção à crise na Petrobras foi uma espécie de vacina. Dilma citou o assunto que mais tem desgastado o governo desde antes da eleição: a sujeira que veio à tona com a Operação Lava-Jato e fez cair o valor da estatal no mercado. Além de defender a investigação e a punição dos culpados – uma obviedade –, a presidente disse que vai defender a Petrobras dos predadores internos e externos. Dilma teria avançado se dissesse que livrará a Petrobras da influência dos políticos do PT e de partidos aliados que usaram a empresa para fazer negócios escusos. Blindar a Petrobras para que não seja usada para enriquecimento ilícito ou financiamento de campanhas, sob forma de propina a seus dirigentes, é o que Dilma precisa fazer na prática. O resto é retórica.
Chamou atenção na posse a ausência dos principais líderes da oposição. Poderia ser apenas um sinal de falta de civilidade, de desprezo à democracia ou de inconformidade com a derrota, mas é mais do que isso. Com o boicote à posse, os adversários da presidente estão indicando que farão uma oposição sem trégua e que, por isso, não querem aparecer na TV batendo palmas protocolares ao discurso da eleita.
Dilma começa o segundo mandato mais frágil e sem a expectativa do primeiro, quando era a novidade. Sua tarefa a partir de hoje será recuperar a credibilidade perdida nos últimos meses. Uma tarefa difícil para quem governa com um ministério como o que acaba de tomar posse.
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